Pólen Estúdio

Matilda recebe Menção Honrosana CurtaQui 2026

Trilogia Primeiras Impressões — Laly Cataguases É com enorme alegria que a Pólen Estúdio de Animação anuncia que o curta-metragem Matilda, dirigido por Laly Cataguases, recebeu Menção Honrosa na Mostra Infantil da 3ª edição da CurtaQui — Mostra de Curta-Metragem de Quirinópolis, realizada nos dias 28 e 29 de maio de 2026 em Quirinópolis, Goiás. O prêmio chega como mais um reconhecimento à trajetória do diretor Laly Cataguases (Meu Melhor Amigo e Felícia e os Super-Resíduos do Bem), que narra as primeiras descobertas de uma menina negra brasileira que passa pela primeira vez por uma perda. Falar sobre luto para crianças é um desafio que o diretor e roteirista enfrentou com sensibilidade e acolhimento. Sobre o Festival 3ª Edição · 2026CurtaQui — Mostra de Curta-Metragem de QuirinópolisRealizado no Teatro Municipal do Palácio da Cultura Sodino Vieira de Carvalho, o festival recebeu 891 inscrições provenientes de todos os estados brasileiros — um recorde para o evento. Da curadoria, foram selecionados 22 filmes representando 11 estados, exibidos gratuitamente nas mostras Competitiva, Infantil e Filmes Convidados. A 3ª edição contou com parceria da Universidade Federal de Goiás (UFG – Câmpus Goiás), apoio da FUNAPE e da Prefeitura de Quirinópolis, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A Mostra Infantil, exibida na tarde de 29 de maio para estudantes das escolas públicas e para o público geral, foi o palco que acolheu Matilda — e deu de presente a essa personagem exatamente o tipo de audiência com a qual ela mais conversa. O filme Matilda é o terceiro curta da Trilogia Primeiras Impressões, o segundo produzido pela Pólen Estúdio, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte — BH nas Telas-Fundo (Projeto nº 1027/2023), com apresentação da Prefeitura de Belo Horizonte por meio da Secretaria Municipal de Cultura. Com direção e roteiro de Laly Cataguases, direção de animação, arte e fotografia de Rafael Guimarães, produção executiva de Claudio Constantino, trilha sonora de Fred Mucci e edição de Daniel Roscoe, o filme acompanha uma menina de seis anos e olhos curiosos em suas descobertas mais simples — uma formiguinha saúva do seu quintal, um coelho azull, uma mangueira cheia de mangas madures. Cada quadro é um convite à infância. Saiba mais sobre o curta Matilda Ficha técnica Título Matilda Série Trilogia Primeiras Impressões Direção e roteiro Laly Cataguases Produção executiva Claudio Constantino Anim., arte e fotografia Rafael Guimarães Trilha sonora Fred Mucci Edição Daniel Roscoe Produtora Pólen Estúdio de Animação Apoio Prefeitura de Belo Horizonte · BH nas Telas-Fundo

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O filme Tic e o Tigre estreia no circuito de festivais de 2026

O curta-metragem de animação Tic e o Tigre, criado e dirigido por Rafael Guimarães, iniciou sua trajetória em festivais nacionais e internacionais levando às telas uma aventura pré-histórica ambientada em Minas Gerais há cerca de 11 mil anos. Corroteirizado por Laly Cataguases e com produção executiva de Claudio Constantino, o filme combina aventura, humor e elementos históricos em uma narrativa voltada para toda a família.

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Estreia do filme Matilda, de Laly Cataguases

O curta-metragem de animação Matilda, escrito e dirigido por Laly Cataguases, iniciou sua trajetória nacional e internacional em 2026 com seleções em importantes festivais e mostras dedicados ao cinema independente e à formação de público. Realizado em coprodução com a Pólen Estúdio, o filme aposta em uma narrativa sensível e universal para abordar um tema ainda pouco explorado no audiovisual infantil: o luto vivido por uma criança após a perda de um ente querido. Sem utilizar diálogos, Matilda constrói sua narrativa por meio da animação, da expressão corporal das personagens, da direção de arte e da trilha sonora, criando uma experiência acessível a públicos de diferentes idiomas e culturas. A ausência de falas amplia o alcance emocional da obra e reforça a potência visual do curta, permitindo que sentimentos como ausência, saudade e acolhimento sejam compreendidos de maneira intuitiva e profundamente humana. O filme acompanha a conexão entre duas protagonistas femininas: uma menina e uma formiga. Além do protagonismo feminino, a obra traz também uma importante representação de pessoas com deficiência. Ambas as personagens possuem o mesmo tipo de limitação de mobilidade, estabelecendo uma identificação afetiva que atravessa a narrativa. A abordagem acontece de forma delicada e natural, integrando a deficiência à construção das personagens sem reduzi-las a essa condição. A estreia internacional de Matilda acontece por meio da seleção para a programação da ACC – Asociación de Cineclubes de Chile, ao longo de 2026, levando o curta ao público chileno em circuitos de difusão cultural e formação de plateia. Já no Brasil, o filme foi selecionado para importantes eventos dedicados ao curta-metragem e ao cinema autoral, incluindo a 4ª Mostra Cine Arandu, em Pirenópolis (GO), o Cinecultural 2026, em Pernambuco, e o 3º CURTA QUI, em Goiás. As primeiras seleções demonstram a força do filme junto a curadorias interessadas em obras voltadas à infância, diversidade e impacto social. Em um cenário onde ainda são raros os conteúdos infantis que tratam da perda e do processo de elaboração emocional do luto, Matilda surge como uma obra sensível, inclusiva e necessária, capaz de dialogar tanto com crianças quanto com adultos. Mais do que um filme sobre perda, Matilda propõe um olhar afetuoso sobre empatia, amizade e acolhimento, contribuindo para ampliar as possibilidades temáticas da animação infantil brasileira.

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